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abril 27, 2006

null?

li aqui http://www.sqlmag.com/Article/ArticleID/49294/sql_server_49294.html (Designing for Performance: Null or Not Null?) um artigo sobre a definição de campos nullable / not nullable numa base de dados.
qual é a vossa regra principal na definição dos camops?:
1. - null
2. - not null => null is evil!
3. - who cares?

eu confesso que sempre olhei para o null como uma imperfeição, uma coisa com a qual tenho que viver porque os meus gestores de projecto / utilizadores / etc. nunca conseguem dizer claramente "este campo tem que estar sempre preenchido."
por isso os campos das minhas tabelas são quase sempre not nullable. e normalmente prefiro introduzir um valor de controlo em vez de usar o valor null.
mas depois de ler este artigo já não estou tão seguro da minha opção. realmente entre usar uma solução standard (null) para indicar que desconhecemos um valor ou usar uma string vazia ou um número ou data específica qual é a melhor solução?

algumas citações.
"Unknown is real; you work with unknowns everyday. You should be able to store unknowns in your databases."
"null means that some value is unknown, missing, or irrelevant"
"Null was created for a purpose: to express the unknown condition, wich can be entirely valid, depending on the cursumstances. ANSI has clearly advocated the use of NULL instead of other mechanisms such as codes or empty strings when appropriate."

Publicado por vitorsilva às 10:24 AM | Comentários (0)

abril 18, 2006

sqldiff

Free Database Compare
Detecta diferenças na estrutura da base de dados (campos, tabelas, views, etc.)
No entanto não detecta diferenças no conteúdo de storedproc ou funções.
De qualquer forma é melhor do que o que eu actualmente tinha que era nada…

Publicado por vitorsilva às 03:56 PM | Comentários (0)

abril 09, 2006

p2p pirataria musica portugal

pelos vistos o a indústria da música portuguesa sofreu uma quebra de 40% nas vendas/receitas. o culpado, talvez não o único mas sem duvida o principal foi, dizem-nos, a partilha de mp3. acredito que seja verdade.
há várias formas de abordar esta questão e parece-me que os principais interessados que são os artistas e a indústria como tal (se é que em portugal isso existe) estão a pegar pelo lado errado.
como eu vi escrito parece um paradoxo que hoje em dia nós tenhamos acesso a mais música do que alguma vez tivemos e no entanto o mercado enquanto distribuição do objecto fisico (cd, dvd, etc.) está a reduzir.
se esta conversa se estivesse a passar à 5 ou até à 3 anos poderiamos encarar a ideia que esta ideia de regulamentar a partilha de ficheiros era exequivel mas, pelo menos para mim, neste momento isso é completamente utópico. só vai servir para gastar recursos a combater um movimento que não é passível de ser parado... quanto muito poderemos conduzi-lo, direcciona-lo para algo mais realista no mundo actual, mas o melhor mesmo é olhar para esta questão como uma oportunidade.

para mim uma das principais questões é que o consumidor o que quer é a arte, isto é o produto do artista, neste caso a musica que ele produziu. ou seja toda a industria que se construiu com base na distribuição do objecto fisico não faz sentido existir. eu não vejo porque tenho que pagar pelo custo de produção do cd (materias-primas, transformação, distribuição, gestão de todo o processo). ou pelo menos não percebo porque tenho que pagar sempre isso. eu aceito que se quiser uma caixa com um cd lá dentro então vou ter que pagar mais... não sei se o que pago agora mas isso é outra história.
não faço ideia do que representa a industria musical em portugal enquanto distribuição de música, mas ainda há pouco tempo num debate sobre a obrigatoriedade de passar x% de musica nacional na rádio ouvia que o número de discos editados em português (e eu sei que estou a misturar um pouco estes dois temas) era minimo... não quero exagerar mas algo como menos de 200 e isto incluindo claro a chamada musica pimba e os tradicionais fadunchos, com isto a chamada pop/rock representava uns 10 ou 20% do total editado, ou seja uns 40 titulos de musica pop/rock em português... insuficiente diziam para manter uma rádio mainstream por exemplo.
a minha duvida... alguém acredita que só haja num dado ano 200 grupos ou artistas individuais a produzirem musica em português ou em portugal? será que o problema não é antes de tudo a dificuldade de capturar todo o conteúdo musical produzido em portugal?
e voltando à distribuição, será que o problema não é distribuir todo o conteúdo português ou produzido em portugal tendo em conta que somos um país pequeno e que por isso não consegue ter massa critica suficiente para conseguir ganhos de escala?
todas estas ideias vêm um pre-conceito meu que é o de que a verdadeira função das grandes multinacionais da musica, ou de qualquer empresa que se dedica no fim a vender cds não é... vender cds!
a sua verdadeira função é encontrar um artista, promovê-lo e explorar as diferentes facetas desse artista.
podem-me dizer mais uma vez que não temos mercado suficiente para tudo isso... não sei... tenho que saber qual é a estrutura de custos... mas eu pergunto-me que custos fixos para além da publicidade é que um editora precisa de ter?...
quer ter merchandising especifico para um artista? porque não usar algo tipo cafepress
quer ter uma divulgação institucional do artista? porque não criar uma entrada na wikipedia?
quer permitir um contacto directo artista / consumidor? porque não criar um blog, por as suas fotos no flickr e os seus videos no youtube?
em quanto é que vamos de custos? zero...
claro que estou a simplificar mas o meu ponto é a tecnologia está toda aí e vocês têm o conhecimento na área que vos vai ser mais importante e que é a comunicação!
descobrir talentos até pode ser mais simples, porque não ter um, dois, n sites para onde os potenciais artistas possam enviar demos? divulgar também pode ser fácil, porque não criar podcasts com programas interessantes! vocês até dominam a área audio!
a verdade para mim é que o sector como tal está totalmente sobredimensionado para o que o mercado lhe exige que é musica agora quando quero ouvir do grupo que me apetecer e claro, de borla. se eu quiser contribuir para o grupo (e claro que dificilmente quererei contribuir para uma multinacional que desconheço) vou ver os seus concertos e compro o seu merchandising para lá disso a única alternativa é deixar de consumir música e isso parece-me impossível.

Publicado por vitorsilva às 01:04 AM | Comentários (0) | TrackBack

abril 07, 2006

autorun.inf

quem diria que querer abrir uma página web quando se insere um cd seria algo tão complicado.
normalmente um autorun.inf será algo deste género:
[autorun]
open=ficheiro.exe
icon=Filename.ico
mas se, em vez de ficheiro.exe quisermos algo como index.htm então as coisas ficam mais complicadas.
poderia eventualmente optar por
open=start index.htm
mas, para além de abrir um command prompt, e uma vez que este procedimento (autorun.inf) corre não só em windows mas em todos os sistemas operativos, teriamos que ter a certeza que start é um comando válido em todos esses s.o.
felizmente que existe outra alternativa (que encontrei aqui)
[autorun]
shellexecute=index.htm
que no entanto só está disponivel para versões do windows a partir do windows 2000.
o que vale é que no meu caso isso é suficiente.

Publicado por vitorsilva às 03:31 PM | Comentários (0)

inno setup link list

Ferramentas
Inno Setup
ScriptMaker
Inno Setup Form Designer
Inno Setup Script Includes

Suporte
Web interface to jrsoftware.org newsgroups
ISX KB - Inno Setup Extensions Knowledge Base

Exemplos
Sample script to install Crystal Report 8 runtime files
Setting Environment Variables
How to create a ODBC DSN
KB Article: How to create a drive map using the network connection dialog box
Install Visual Basic 6.0 Applications
Install Visual C++ Run-Time Files
Accessing network share programmatically
create a custom "BrowseForFolder" form
How to replace a line in a text file

Publicado por vitorsilva às 12:19 PM | Comentários (0)

about open source

"freedom is created by whatever makes you free
and if your a developer what makes you free is access to source code
if your the end user of software and not the developer what sets you free is a choice of wich software you can use
and that comes about through open formats implemented with open source"

Publicado por vitorsilva às 11:14 AM | Comentários (0)

alguma coisa está a mudar

apple bootcamp
lets you install and run the Windows XP operating system on your Mac
microsoft port 25 (ms + linux)
e depois ainda temos o java vs c#

Publicado por vitorsilva às 11:11 AM | Comentários (0)

Emerging Telephony Keynote

podcast - http://www.itconversations.com/shows/detail978.html

é inspirador ouvir uma pessoa destas. na sua keynote na O'Reilly Emerging Telephony ele fala da sua visão do futuro no que diz respeito a serviços na rede.
pelo caminho fala da resistência à mudança que as empresas têm e de como alguns serviços que só agora estão a aparecer em força já estão disponiveis à muito tempo não tendo sido introduzidos por questões "políticas". a este respeito gosto particularmente do exemplo que dá sobre voip que já em 95 era uma realidade.
outra verdade chocante foi "network operators never introduced a single service the people wanted!" e exemplifica com o telegrafo, telefone fixo, etc... ou então os "toques personalizados" (ringtones), quem é inventou esse negócio... claro que não foram as grandes empresas.
depois a ideia das imagens no telemovel... cool agora as pessoas tiram fotos e enviam um mms com essa foto para outras pessoas e nós ganhamos com isso. mas isso era se não tivessemos também o bluetooth ou afins e não pudessemos usar essa rede adhoc sem custos para nós consumidores.
achei fantástico ouvir alguém dizer isto porque desde a rápida loucura do wap que eu tenho para mim que a forma como os operadores de telemovel estão a explorar o negócio de ligação à internet via telefone é totalmente errada. mas claro esta é uma ideia preconceituosa e que não está actualizada em relação às actuais propostas de mercado, embora anuncios como "agora pode ter o messenger no telemovel" ou "verifique o seu mail no telemovel" me deixem ficar com a ideia de que ainda se continua a insistir em filtrar o tipo de acesso que podemos ter via estes operadores... porque não simplesmente "aceda a toda a internet e os seus serviços através do seu telemovel a um preço ligeiramente superior ao da sua ligação adsl"!

mais info aqui

Publicado por vitorsilva às 12:04 AM | Comentários (0)

abril 06, 2006

pirataria audio

a proposito desta noticia
Music industry unleashes more Europe lawsuits deixo para já um titulo que vinha numa revista:
"Music industry unleashes more European lawsuits - Lawsuits are easier than adapting."
e uma afirmacao que ouvi num podcast
"the music industry spent 300 million dolars trying to convince people to stop copying tapes, then spent another 300 million trying to stop copying cds and now more than that with mp3"

Publicado por vitorsilva às 10:32 AM | Comentários (0)

abril 05, 2006

horário comércio

parece que há coisas que nunca mudam e esta história dos horários do comércio é uma delas.
por um lado ouvimos frequentemente os representantes do comércio tradicional dizer que estão a ficar sem clientes, por outro exigem que todo o comércio esteja fechado ao domingo.
será que ainda não perceberam que eu, que trabalho todos os dias entre as 9 e as 19, não tenho tempo para passar pelas suas lojas durante a semana (porque estão fechadas à noite) e que preferia dividir essas visitas pelo sábado e domingo em vez de ter que apanhar com todas as outras pessoas que ao sábado de manhã andam à s compras?
porque não fechar um dia a meio da semana? ou então alterar o horário semanal de forma a estarem abertos quando os consumidores estão disponiveis e não quando os consumidores estão a trabalhar?
tentar definir o horario do comercio a partir da definição normal do horario de trabalho tipico de um funcionario (8h-19h) é no minimo falta de visão.
no entanto não se pense que é só cá em portugal que há esta visão de que o consumidor o que quer é ir passear para o parque ao domingo
pelo que vi no site da ccp (Horário do Comércio na Europa) no resto da europa também há exemplos destes.
como consumidor o meu mix favorito seria
seg-sex - um qualquer horario de abertura e fecho ás 20h estando aberto á hora do almoço
sab-dom - sempre aberto
e acho que a formação das regras para o horário do comércio deviam começar deste pressuposto, o que o consumidor quer. porque somos nós que garantimos a existência desse comércio e porque somos mais do que os trabalhadores e investidores no comércio.
tendo isto como base, depois partiriamos então para a conjugação destes horários com regras justas quer para os funcionários quer para os investidores.

Publicado por vitorsilva às 09:22 AM | Comentários (0)

abril 03, 2006

ferramentas blog e não só

cocomment

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You can display all comments you wrote accross the blogosphere on your own blog.

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Publicado por vitorsilva às 12:14 PM | Comentários (0)

CMS

.Net


Lamp
já é antigo mas vale a pena ler este artigo sobre virtudes e defeitos dos projectos cms open source
Making a Better Open Source CMS



Publicado por vitorsilva às 11:27 AM | Comentários (0)