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março 30, 2004
fé

Publicado por vitorsilva às 09:27 AM
março 28, 2004
restaurante

Publicado por vitorsilva às 03:52 PM
março 26, 2004
arvore

Publicado por vitorsilva às 07:19 PM
março 24, 2004
O comentário ao artigo "Sou Um Utilizador, Ouçam-me!"
http://www.usabilidade.com/artigo.asp?id=458
"You open your site in an x by y window - I copy and paste the url from the properties into my own window
You turn off my back button - I use a keyboard shortcut to go back to the previous document.
You change my browser history to always go back to your page - I disable Javascript
You use a "no right click" script - I disable Javascript "
tudo certo mas uma pergunta provocadora, que percentagem dos utilzadores portugueses de internet ''''domina'''' essas técnicas, como por exemplo usar teclas para navegar, ter programas instalados para eliminar as popups, etc.
Publicado por vitorsilva às 09:44 PM
ac

Publicado por vitorsilva às 10:08 AM
março 22, 2004
Coisas que ficam bem na estante, a BD e o Design Gráfico
Este artigo que faz uma relação entre a BD e o Design Gráfico, foi escrito por Mário Moura, e saiu na revista Satélite Internacional nº2.
O próximo número da Satélite Internacional sairá em Abril e o tema será "A palavra e a BD".
Os últimos dois anos, tenho dedicado uma prateleira da minha estantes a ‘Lone Wolf Cub’ um clássico da bd histórica japonesa, sobre a odisseia de um Samurai em desgraça e do seu filho. Cada mês – mais ou menos – a Dark Horse Comics edita um volume de trezentas páginas num formato habitualmente dedicado a dicionários ou guias de viagem: uma coisita pequena e branca, que fica bem na preteleira e custa tirar de casa – pode-se sujar, podemos perdê-lo, etc. Sempre que alguém, vem pela primeira vez a minha casa, os livrinhos brancos são sempre remexidos ou comentados – e nem sequer estão muito ao alcance da mão, empoleirados no cimo de uma estante. São objectos discretamente bonitos. Dá vontade de lhes pegar.
Em vez de dedicar mais um artigo a ‘Lone Wolf & Cub’, já bastante bem servido nesse aspecto, penso que convém dar uma palavra de mérito aos designers gráficos de certas banda desenhadas americanas e não só: Chris Ware – mais conhecido pela sua ‘Acme Novelty Library’, mas que também fez o design da reedição de ‘Krazy Kat’ de George Herriman; Chip Kidd – designer (e autor) de uma quantidade de sumptuosos (é a única palavra que os consegue descrever) livros sobre super-heróis; Ben Katchor – o seu álbum ‘The Jew of New York’ faz qualquer designer corar de inveja; a maioria das edições da Drawn & Quarterly e os últimos álbuns de Daniel Clowes, em particular ‘20th Century Eightball’, editado pela Fantagraphics.
Mesmo em Portugal, a qualidade das reedições de BD estrangeira tem melhorado a olhos vistos e os álbuns e revistas de autores nacionais são, desde há já algum tempo bastante cuidadosos do ponto de vista gráfico.
Em contrapartida, nas publicações sobre design, a BD começou a ser um assunto recorrente. As semelhanças entre os dois géneros têm sido regularmente apontadas; autores e teóricos da BD são estudados e citados em textos e bibliografias sobre design. Este interesse pode parecer inevitável e óbvio, mas é o culminar de uma centena de anos de afastamento entre duas disciplinas que lidam essencialmente com o mesmo meio e os mesmos recursos formais. A razão mais plausível para esta situação é a conotação infantil das histórias ao quadradinhos. Em termos práticos, o designer só recorria à BD em manuais de instruções para pessoas iletradas ou para obter efeitos cómicos em anúncios. De resto, as pretensões do design gráfico à respeitabilidade do mundo da arte também não ajudavam: este ultimo via a BD como uma expressão popular, anónima e vernacular a que podia recorrer como fonte de imagens sem se preocupar com os irritantes direitos de autor. O próprio design era também alvo deste tipo de “homenagem” duvidosa, mas, pelo menos, a sua ligação ao mundo do marketing, da actividade editorial e empresarial dava-lhe um ar sério que a BD não conseguia alcançar. No entanto, e talvez por causa da “respeitabilidade” mercantil a que era obrigado, o designer sempre teve dificuldades em assumir um discurso totalmente pessoal, uma voz própria, uma autoria. Ou seja, sempre houve designers com um estilo próprio, mas fazia parte da natureza do oficio por esse estilo ao serviço dos conteúdos fornecidos por um cliente. Desta maneira, uma das principais diferenças entre o autor de BD e o designer era a possibilidade do primeiro criar as suas próprias narrativas, os seus próprios conteúdos, estando o segundo sujeito a uma ética de divisão de trabalho que separava o criador de conteúdos do criador da sua apresentação gráfica. Poder-se-ia argumentar que a BD recorre também a uma divisão de trabalho entre argumentista, desenhador, etc., mas esta tem um teor fundamentalmente diferente da relação cliente/serviço assumida pelo design tradicional.
O aparecimento de trabalhos onde o designer exprimia as suas ideias viria abalar a ética desta relação. Um exemplo prematuro deste tipo de obra foi o livre ‘The Medium is the Massage’, uma compilação ilustrada de textos de McLuhan, realizada pelo designer gráfico Quentin Fiore e editada em 1967. O impacto do livro está bem patente neste excerto do texto ‘Massaging the Message’ da autoria de Ellen Lupton e Abbot Miller:
“O design de ‘The Medium is the Massage’ é ao mesmo tempo inventivo e erudito. Fiore recorda-se do livro ter poucas palavras por página, e por não ter prefácio ou índice. Na altura, foi dito a Fiore que ‘os livros verdadeiramente sérios deviam ter pelo menos uma polegada e três quartos de lombada’. As pessoas na ‘indústria da palavra’, como Fiore descreve o mercado editorial, ‘exigiam palavras, muitas palavras – todas impressas em boas páginas cinzentas’. Para os produtores de livros tradicionais, ‘The Medium is the Massage’ era ameaçador: ‘A reacção desses designers com um sentido moralista altamente desenvolvido era que o livro era ‘manipulativo’.”
Mais recentemente, a vulgarização do computador pessoal, a partir de meados da década de oitenta permitiu ao designer centrar na sua pessoa uma série de responsabilidades outrora distribuídas por uma verdadeira cadeia de produção industrial. Ele podia agora controlar não só a disposição geral dos elementos da página e as fontes usadas, mas o próprio arranjo tipográfico pormenorizado do texto e o tratamento das imagens, tudo isto no conforto da sua casa, mantendo um contacto mínimo com a produção final na gráfica. O design tinha alcançado a possibilidade de se tornar uma actividade intimista e individual. Naturalmente, a situação alteraria a percepção dos designers sobre as suas competências e possibilidades expressivas dando origem a trabalhos até aí impensáveis.
A Narrativa Gráfica é um desses novos géneros. Frases ou palavras, breves e contundentes, sobrepostas a imagens fotográficas, geralmente uma por página, tratam de temas frequentemente sociais e políticos, às vezes íntimos e pessoais. Os encorpados tratados de Bruce Mau (‘Life Style’ e ‘S, M, L, XL’), a revista anti-globalização “Adbusters”, os diversos livros do colectivo Tomato, o livros ‘Experience’ de Sean Perkins são exemplos possíveis desta estética que entretanto transitou para o mundo da moda e da publicidade, numa forma mais inócua. Nestes trabalhos, o designer assume a posição de autor, ou pelo menos documentarista, tentando alertar o público através de um discurso marcadamente pessoal, em assumido contraste com o carácter genérico e desumanizado da sociedade de consumo. As fotografias usadas são geralmente da autoria do próprio, sem tratamento que disfarce o seu carácter amador, que chega por vezes a ser enfatizado: clarões de flash, olhos vermelhos, tonalidades acastanhadas de má fotografia nocturna, enquadramento discretamente desadequado; fotogramas televisivos ou imagens impressas com o pixel ou o grão bem à vista, atestando o seu carácter de recolha documental. Resumindo, imagens e textos crus, aforísticos, urgentes e pessoais, o equivalente contemporâneo das obras socialmente empenhadas de Barbara Kruger e dos já referidos ensaios visuais de Quentin Fiore, sobre textos de McLuhan (‘The Medium is the Massage’) e Buckminster Fuller (‘I Seem to be a Verb’).
É possível estabelecer diversas comparações formais entre as narrativas gráficas e a banda-desenhada, mesmo que por oposição. Nos exemplos que demos mais atrás, apesar das narrativas gráficas usarem texto e imagem para contar uma história, fica a sensação que o designer quer escapar à possível confusão com um foto-novela ou banda-desenhada. Raramente é usada mais que uma imagem por página, e quando isso acontece recorrer-se a uma grelha simples, ortogonal, com divisões uniformes. Nada da proliferação de quadradinhos de tamanhos desiguais e percursos de leitura intrincados. As frases são praticamente slogans, neutras, sem tom ou ironia, brancas, sobrepostas ou justapostas às imagens como se fosses legendas de filmes. O carácter genérico e geométrico da fonte serve de contraponto à realidade das imagens fotográficas, estando texto e imagem em níveis diferentes.
Em BD, o texto é produzido manualmente (ou usando fontes caligráficas) e inserido em balões, legendas ou localizações específicas da composição que permitem a sua contextualização imediata. Embora a técnica seja uniforme, o texto raramente se confunde com os desenhos (mesmo nas onomatopeias que são graficamente bastante identificáveis) estabelecendo igualmente níveis distintos para informação textual e para as imagens. A necessidade de manter uma narrativa fluida implica o uso de apenas uma fonte, sem grandes variações, quer na BD, quer nas narrativas gráficas. A opção de uma fonte caixa alta, sem serifas (caligráfica no caso da BD – a chamada “letra de imprensa”) é a opção mais comum. Na BD, o uso de fontes assumidamente tipográficas é usado para sugerir diferentes línguas (alemães falando numa fonte gótica), sonoridades (um robô fala numa fonte de aspecto electrónico, tipo OCR ou rádio-despertador) ou personalidades (um cobrador de impostos com balões de fala imitando formulários).
Em anos recentes, a edição electrónica permitiu à BD escapar-se à necessidade de usar fontes cursivas, no entanto, estas permanecem, o que sugere mais do que um simples imperativo técnico. Geralmente, quando a tipografia é maior e o formato das vinhetas são mais variáveis a atenção do leitor tende a decrescer. Ainda não foi feito um estudo aprofundado do uso da tipografia no contexto da BD, o que poderia esclarecer este assunto.
Tal como no design, o advento do computador possibilitou igualmente aos autores de BD um controle superior de todas as fases do processo de edição, o que é bem visível em alguns álbuns de Chris Ware, verdadeiras cavernas de Ali Bábá do design gráfico, onde podemos encontrar figuras de recortar, páginas com centenas de vinhetas, livros de montar incluídos dentro do próprio livro, numa profusão de pormenores intermináveis e hipnótica. Se esta abundância barroca dos trabalhos de Ware impede muitas vezes o leitor de entrar emocionalmente na história, a sua obra mais assumidamente gráfica por exemplo, a capa, contracapa, índice biografia de Frank King, na revista Drawn & Quarterly 3, formando pranchas de uma banda-desenhada, são peças que criam um ambiente intenso e mesmo pungente. Daniel Clowes utiliza o mesmo processo em ‘20th Century Eightball’, onde todos os pormenores da capa, contracapa, índice, citações de recomendação, dedicatória, preço e código de barras, são tornados elementos activos da inventiva história do “making of” desse mesmo álbum. Estes são apenas alguns exemplos de como os autores de BD começaram a aproveitar o aumento de liberdade editorial permitido pelo computador.
Concluindo, a BD e o design gráfico começaram a assemelhar-se, sobretudo quando usam um discurso mais pessoal. No entanto – e isto é apenas a minha opinião – ainda não vi nenhuma narrativa gráfica capaz de alcançar uma verdadeira voz na primeira pessoa, tão envolvente e complexa como as BDs autobiográficas e mesmo jornalísticas de Joe Sacco ( veja-se o caso de ‘Safe Area Gorazde’, sobre a guerra na antiga Jugoslávia e ‘Palestine’, sobre a vida nos territórios ocupados). Os casos que mais se aproximam são os livros ‘Maeda@Media’ e ‘Sagmeister – Made You Look’, livros de design que conseguem manter um discurso contínuo e estimulante ao longo de centenas de páginas, mas que podem ser encarados como literatura, largamente ilustrada, mas essencialmente literatura. No campo das narrativas gráficas mais arrojadas, sujeitas às convenções pós-modernas do costume, o discurso directo do autor converte-se ironicamente em apenas mais uma citação entre muitas.
Publicado por vitorsilva às 07:20 PM
março 20, 2004
Palmira à Dentada

já é o meu tradicional divertimento mensal a visita ao tertulia castelense para ver o teatro da pamilha dentada. nao é bem um teatro comico e também nao é bem um stand-up... é algo lá no meio.
percebem-se alguns trejeitos dos monty phyton, um bocadinho de herman (inevitavel já que durante mmmmuuuuuuiiiiiitttttoooooossssss anos foi o unico comico portugues com visibilidade) mas no geral é um teatro com personlidade propria.
talvez ganhassem em reduzir um pouco a duração do espectáculo, de qualquer forma nada como umas valentes gargalhadas para ganhar forças para outro mês.
nota: na antena1 todos os dias (antes das oito da manha e ao fim da tarde) dão uns soquetes deles, noutro estilo mas também divertidos.
Publicado por vitorsilva às 11:07 AM
março 19, 2004
Design of Everyday Things #3
Ao longo dos tempos o ser humano foi adoptando algumas estratégias que lhe permitem lidar com a enorme quantidade de informação com que têm que lidar diariamente. E não se pense que é um problema de somenos, basta olhar à nossa volta e apreender o que está por trás de coisas tão triviais quanto usar uma caneta (como seleccionar a cor pretendida por exemplo?), ligar as luzes de um carro (problemático quando saltamos de um carro para outro), seleccionar um número no telemóvel, fechar uma torneira (é para a direita ou para a esquerda?), etc.
Uma forma de ultrapassar esse problema é contar com as “instruções” que o ambiente que nos rodeia nos fornece. Assim se calhar para fechar uma torneira eu vou rodar o manípulo, para seleccionar o número do telemóvel vou seguindo as instruções que ele me dá e assim sucessivamente.
Podemos portanto contar com um conjunto de “meta-informação” que nos é fornecida pelos próprios objectos ou situações com as quais somos confrontados.
Este tipo de abordagem no entanto só é possível na medida em que na maior parte das vezes não é necessário garantir um elevado grau de fiabilidade nessas acções. Imaginemos que a torneira que queríamos fechar comandava uma comporta de uma barragem... se calhar já não íamos usá-la da mesma forma do que a torneira da cozinha... isto é não nos íamos dar ao luxo de confiar somente naquilo que nos parece que deve ser o comportamento adequado para aquela situação (e que pode ser induzido pelo próprio objecto) mas certamente iríamos recorrer a conhecimento específico que previamente tínhamos adquirido.
Há portanto duas perspectivas, a utilização da informação que o próprio ambiente nos fornece e que conjuntamente com os constrangimentos (constraints) naturais e culturais nos permite uma induzir o que devemos fazer (embora tendo em conta a questão da fiabilidade dessa informação) (ver também artigo sobre mapeamentos naturais http://www.usabilidade.com/artigo.asp?id=362); ou o uso de informação previamente apreendida e que guardamos convenientemente no nosso cérebro.
Claro que para podermos usar informação que já recolhemos temos que a guardar primeiro, e esse por vezes é o principal problema.
Uma das necessidades que impomos à nossa memória é a de guardar informação que, por si só, não é relacionável com nada, como por exemplo um número de telefone ou numero de bilhete de identidade ou a combinação de teclas para fazer aquele passe maravilha no pes3. normalmente resolvemos este tipo de problema decorando simplesmente a informação, podemos eventualmente recorrer a fórmulas onomatopeicas (por exemplo um numero soa a determinada musica que se gosta) ou definir relações mais ou obscuras entre partes da informação (por exemplo os dois algarismos números são o dobro de um terceiro algarismos).
Mas para além do simples decorar recorrendo a artefactos mais ou menos obscuros, o nosso cérebro já percebeu que tudo se torna mais fácil se conseguir encontrar relações entre algo novo que se quer memorizar e conhecimento já disponível na nossa base de dados. Este tipo de operação normalmente passa pela criação de um modelo mental que dê sentido a algo que à partida parece ininteligível.
Propriedade | Conhecimento no mundo | Conhecimento na cabeça |
Capacidade de recuperar informação | Sempre que ela seja visível ou audível | Não é rapidamente recuperável. Requer pesquisa na |
Aprendizagem | Não é necessária aprendizagem. A interpretação | Requer aprendizagem, que pode ser considerável. A |
Eficiência na utilização | Tendencialmente lenta na medida em que requer que se | Pode ser bastante eficiente |
Facilidade de utilização na primeira utilização | Alta | Baixa |
Estética | Pode ser inestética e deselegante, especialmente se | Nada necessita de ser visível, o que dá mais liberdade |
Publicado por vitorsilva às 06:21 PM
março 17, 2004
Cartão de Ponto
um dos ultimos trabalhos da a+b foi o desenvolvimento de uma aplicação para leitura de informação a partir de um cartao com banda magnetica (tipo multibanco).
para alem da leitura a partir do cartao também é possivel inserir dados a partir do teclado.
por tudo isso era preciso criar um interface com uma pequena restrição, é que o nosso ecran tem uma magnifica resolução de 21x8 pixeis. um bom desafio portanto.
em baixo ficam alguns ecrans. para comentar se quiserem
ecran que é mostrado enquanto o leitor está em standby à espera que alguém passe o cartão.
ecran de leitura de dados, se tiver sido passado o cartao, o campo operario é logo preenchido
ecran de mensagem de erro
ecran de mensagem de erro 2 (o caracter errado na palavra não vai ser mudado)
tendo em conta q estava uma folha de obra em aberto, passa-se logo à opção fechar folha de obra
ecran de confirmação de folha de obra fechada
Publicado por vitorsilva às 11:46 PM
março 16, 2004
volume #02

Publicado por vitorsilva às 10:31 AM
março 15, 2004
Sitio do Picapau Amarelo

Confesso que pelo nome Monteiro Lobato nunca chegaria ao sitio mais famoso do brasil, o que é curioso é que pelos vistos (e confesso a minha completa ignorância) ele também teve um percurso militante muito interessante.
"Personalidade de múltiplos interesses, Lobato esteve presente nos momentos marcantes da história do Brasil. Empenhou seu prestígio e participou de campanhas para colocar o país nos trilhos da modernidade. Por causa da Revolução de 30, que exonerou funcionários do governo Washington Luís, ele estava de volta a São Paulo com grandes projetos na cabeça. O que faltava para o Brasil dar o salto para o futuro? Ferro, petróleo e estradas para escoar os produtos. Esse era, para ele, o tripé do progresso. "
mais info aqui
Publicado por vitorsilva às 05:04 PM
março 13, 2004
Longue Route
Mais um clássico.
Play Kurt Weill e L'Eau Rouge foram talvez os melhores albuns de Young Gods.
Charlotte, September Song, L'Eau Rouge são canções que ficaram na minha memória.
e ainda bem que temos o soulseek para as relembrar.
Publicado por vitorsilva às 07:20 PM
março 12, 2004
Comentario a "Como Melhorar o Uso de Links"
http://www.usabilidade.com/artigo.asp?id=452
"Keep your links blue for unclicked and purple for clicked. Always underline your links, unless they are part of a graphic. "
??? ainda há alguém q recomende isto?
Publicado por vitorsilva às 05:49 PM
março 11, 2004
_20

Publicado por vitorsilva às 06:02 PM
março 10, 2004
Azul

Publicado por vitorsilva às 08:36 AM
março 09, 2004
_19

Publicado por vitorsilva às 09:54 AM
março 08, 2004
a type primer: john kane
um bom livro para quem quer ficar com algumas bases sobre tipografia.
começa com um sempre util glossário de termos. Claro que sendo um livro em inglês fica-se sempre com o problema da sua tradução para português. inclui um capitulo sobre a evolução da forma de imprimir letras que não começa necessariamente só com os tipos de gutemberg e integra essa evolução com os desenvolvimentos técnicos e necessidades específicas de comunicação dessas épocas. depois continua com uns capitulos onde se explora a forma das letras e se demonstra como tirar partido delas enquanto unidade individual.
a sequencia lógica é a exploração das palavras como conjunto de elementos tipograficos e como a sua disposição pode por si só transmitir determinada informação. finalmente é abordado (levemente) a questão das grelhas de paginação. um livro leve mas bom para quem se quer iniciar ou consolidar algum conhecimento.
gostei bastante da postura do autor que dá sempre enfase ao conteudo, ou seja: "Finally it is important that you never forget the intimate connection between typography and written language. Always respect the words."
http://www.art-book-reviews.com/A_Type_Primer_013099071X.html
http://www.design-bookshelf.com/Type/type_kane.html
http://www.amazon.com/exec/obidos/tg/detail/-/013099071X/102-8750042-9453702?v=glance
Publicado por vitorsilva às 09:36 AM
março 07, 2004
Quinta de Bonjóia

Um sitio agradável para um passeio de domingo.
Com um grande jardim e uma casa fantástica para visitar, e com aquilo que normalmente falta nestes sitios que é um cafezinho para recuperar as forças.
Disseram-me ainda que todas as quintas-feiras à noite há tertúlias com entrada gratuita. Nada como passar por lá para conhecer
Publicado por vitorsilva às 09:22 AM
março 05, 2004
comentario a "Entrevista a Nathan Shedroff"
http://www.usabilidade.com/artigo.asp?id=441
muito muito muito recomendavel este artigo!
as questoes que ele levanta sobre
- consciencia social,
- postura de alguns designers,
- qual uma possivel definição de design,
- integração/interacção entre diferente áreas de conhecimento (ciencia, economia(business), humanidade, artes)
...
já disse que achei muito bom :)
Publicado por vitorsilva às 05:50 PM
same old same mold

ficou da altura do grunge e descoberta de sonoridades mais rudes / simplistas / estranhas (riscar o que não for) este disco de Lou Barlow & His Sentridoh
"The frontman for Sebadoh collected his previously released home recordings on this 23-song disc. The epitomy of lo-fi, most tracks are simply Barlow with a guitar or piano. The raw accompaniment complements his tender love songs perfectly, as on "Natural Nature" and "Spirit That Kills.""
Publicado por vitorsilva às 02:15 AM